Doutor Finanças – APOSTA NA LITERACIA FINANCEIRA ATRAVÉS DA INTERMEDIAÇÃO DE CRÉDITO

DESDE 2014, O DOUTOR FINANÇAS TEM SIDO UM FAROL PARA QUEM BUSCA NAVEGAR O MAR TURBULENTO DAS FINANÇAS PESSOAIS EM PORTUGAL. NESTA ENTREVISTA, MÁRIO FRANCO PARTILHA A SUA JORNADA E EXPLICA COMO A FALTA DE INFORMAÇÃO IMPULSIONOU A SUA MUDANÇA DE CARREIRA. AO PROMOVER A LITERACIA FINANCEIRA E OFERECER UM SUPORTE ESPECIALIZADO, NÃO SÓ SIMPLIFICAM PROCESSOS, MAS TAMBÉM CAPACITAM OS CLIENTES A FAZER ESCOLHAS INFORMADAS E A ALCANÇAR ESTABILIDADE FINANCEIRA.

QUAL A MISSÃO DO DOUTOR FINANÇAS?

O Doutor Finanças foi criado em 2014 para ajudar as pessoas a tomar melhores decisões financeiras. Para isso, a marca faz uma forte aposta na literacia financeira, com um Portal de conteúdos atualizado diariamente com artigos e ferramentas que ajudam as pessoas a gerir melhor as suas finanças pessoais. Somos também um intermediário de crédito que dá apoio a todos os que procuram, por exemplo, um Crédito Habitação à medida das suas necessidades.

E QUEM É O MÁRIO FRANCO E O QUE O LEVOU A ENVEREDAR PELA ÁREA DA INTERMEDIAÇÃO DE CRÉDITO?

Durante quinze anos estive ligado ao setor bancário e o meu foco sempre foi ajudar os clientes. Após a pandemia senti que falhei com a minha família ao não ter estado presente numa altura tão sensível, quando mais precisavam de mim. Foi nessa altura que decidi repensar a minha carreira, deixando a profissão de bancário e juntando-me ao Doutor Finanças. Considero-me uma pessoa de carácter humilde, comunicativo, ambicioso e empreendedor.

NA PRÁTICA, COMO FUNCIONA UM INTERMEDIÁRIO DE CRÉDITO?

O intermediário é a pessoa ou empresa que faz a mediação entre o cliente e o banco, sendo obrigatório o seu registo no Banco de Portugal, entidade que regula este setor. Na prática, tratamos de todo o processo para que a instituição financeira analise o perfil do cliente e tome uma decisão sobre cada

caso. O meu papel enquanto intermediário passa por representar da melhor forma o cliente, fornecendo orientação especializada e disponibilizando todos os documentos necessários para que o processo decorra com agilidade, eficiência e transparência. Pelo tipo de serviço que prestamos, temos canais de comunicação abertos com um conjunto de bancos, permitindo acelerar o processo e funcionar como ponto único de contacto para o cliente que, sem custo adicional, tem acesso às propostas mais competitivas.

AINDA HÁ MUITO DESCONHECIMENTO NESTA ÁREA?

A falta de informação é um dos nossos maiores desafios. Portugal é consecutivamente apresentado nos últimos lugares do ranking europeu de literacia financeira. Por isso, um dos meus compromissos é procurar garantir que os clientes façam escolhas financeiras informadas e encontrem soluções adequadas às suas necessidades e circunstâncias individuais.

SE O SERVIÇO NÃO TEM CUSTOS, O QUE GANHAM OS INTERMEDIÁRIOS?

Quando o cliente avança com uma das nossas propostas, recebemos uma comissão da instituição financeira que concede o crédito. Esta comissão acontece apenas nos casos em que o cliente avança com o processo através do intermediário. A nossa responsabilidade para com o cliente é apresentar as propostas mais competitivas, para que ele possa tomar a sua decisão com toda a informação que necessita.

QUAL A IMPORTÂNCIA PARA SI E QUE VANTAGENS TÊM OS CLIENTES EM ESCOLHER OS SEUS SERVIÇOS E A AJUDA DO DOUTOR FINANÇAS?

Para mim, ter uma marca como o Doutor Finanças na retaguarda é uma vantagem significativa pois proporciona credibilidade, acesso a recursos especializados, acesso à maioria das entidades bancárias e suporte, o que, por sua vez, pode traduzir- se em benefícios tangíveis para os meus clientes, como melhores opções de crédito e um serviço de maior qualidade.

CRÉDITO HABITAÇÃO: TAXA FIXA, VARIÁVEL OU MISTA?

Não existe uma resposta certa. A escolha mais indicada depende das preferências individuais, da tolerância ao risco e da situação financeira de cada pessoa, entre outros fatores. O importante é tomar uma decisão consciente.

Na prática precisamos de perceber se conseguimos acomodar as oscilações dentro do nosso orçamento e se conseguimos dormir tranquilamente num período de maior turbulência. Olhando para o comportamento histórico da Euribor, temos provas de que a médio/ longo prazo compensa mais optar por ter o crédito indexado a uma taxa Euribor (variável) do que a uma taxa fixa. Contudo, este argumento não deve ser o argumento decisor. O importante é garantir que temos capacidade financeira para enfrentar estes períodos, que podem ser mais curtos ou mais longos, sendo que não temos previsibilidade de quando aconteceram estes períodos, nem qual a sua duração.